CGEE em Ação
Protagonismo internacional, inovação estratégica e cooperação pela sustentabilidade | |
| Nesta edição, acompanhe a presença ativa do CGEE em fóruns globais sobre clima, inteligência artificial e ciência amazônica; fique por dentro do lançamento da nova Avaliação dos INCTs; da publicação do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial; e da contribuição do Centro em projetos estratégicos como o microlançador brasileiro. Ciência, tecnologia e inovação em rede para transformar o futuro. |
CGEE em Ação - Edição 3
CBERS-6: Parceria Brasil-China aposta em satélite com nova tecnologia
CGEE participa da Revisão Crítica de Projeto do Veículo Lançador de Pequeno Porte (ML-BR)
Assessor técnico do CGEE participa da CompleNet 2025 com estudo sobre redes complexas e sistema de inovação brasileiro
CGEE apresenta potencial científico e tecnológico do Brasil em encontro internacional do Brics
CNPq e CGEE lançam Avaliação Estratégica dos INCTs com foco em impactos e redes de colaboração
Diálogo franco-brasileiro pela Amazônia: cooperação internacional fortalece agenda científica na região
Assessora técnica do CGEE integra conselho consultivo do CTCN e participa de debates sobre o futuro climático global
Publicada versão final do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial sob coordenação do MCTI
Diretor-presidente do CGEE contribui com debates do Fórum da Engenharia Nacional
CGEE em Ação - Edição 2
Foresight como estratégia de cooperação: CGEE lidera articulação do Brics em CT&I
Brasil e Rússia reforçam parceria em ciência e tecnologia com assinatura de acordos bilaterais
Helena Nader é reeleita presidente da Academia Brasileira de Ciências
Foresight, inteligência artificial e sustentabilidade guiam segundo dia de workshop internacional do Brics
CGEE coordena diálogo do Brics com foco em foresight aplicado às políticas de CT&I
CGEE em Ação - Edição nº1
Ciência, tecnologia e inovação: um compromisso com o futuro do Brasil
Giro pelo SNCTI
Ciência, tecnologia e inovação: um compromisso com o futuro do Brasil
A criação do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), por decisão do presidente Tancredo Neves e efetivada pelo presidente José Sarney, em 1985, marcou um momento decisivo para o Brasil. Nascido no contexto da redemocratização, o hoje Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) expressa o encontro da democracia com o objetivo estratégico de promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil com base na ciência e tecnologia nacionais.
Desde sua criação, apesar de períodos de instabilidade institucional e flutuações orçamentárias, o ministério contribuiu decisivamente para a estruturação de um Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI) robusto, capaz de viabilizar ambiciosos projetos de desenvolvimento por meio do conhecimento nacional, como a prospecção e exploração de petróleo em águas profundas, a viabilização de alternativas energéticas renováveis, a elevação da produtividade agrícola, a liderança global no setor da aviação regional, o domínio completo da tecnologia nuclear.
Em um mundo cada vez mais interconectado e competitivo, a capacidade de desenvolver ciência de fronteira —como a exploração espacial, a biotecnologia e a nanotecnologia— define o protagonismo dos países no cenário global. A visão estratégica em inteligência artificial (IA) não só impulsiona a produtividade e a inovação, mas também redefine setores inteiros, da Saúde à Defesa, criando novas oportunidades e desafios. A convivência com as mudanças climáticas exige soluções tecnológicas avançadas para a transição energética, a gestão de recursos naturais e a adaptação a eventos extremos.
As perspectivas para a implementação dessa política de Estado se ampliaram significativamente com a aprovação, pelo Congresso Nacional, da Lei que transformou o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) em fundo financeiro e possibilitou a recomposição e liberação integral dos seus recursos. Isso permite ao ministério focar investimentos expressivos e crescentes na estruturação de novas bases tecnológicas para o desenvolvimento industrial do Brasil (a Nova Indústria Brasil, NIB) e na viabilização de grandes projetos de infraestrutura de pesquisa, como o supercomputador para IA, o Laboratório de Máxima Contenção Biológica (Orion), o Reator Multipropósito Brasileiro (RMB) e os satélites CBERS 5 e 6, entre outros.
Nos 40 anos do MCTI, a recuperação da capacidade de investimento do ministério abre caminho para conquistas e realizações ainda maiores.
A liberdade de pesquisa, o investimento em educação e a produção de conhecimento são elementos que sustentam uma sociedade democrática, inclusiva e crítica. Um país que investe em ciência, tecnologia e inovação (CT&I) investe em sua capacidade de produzir conhecimento autônomo, de tomar decisões informadas e de garantir um futuro mais justo para todos. Nesse contexto, a ciência e a tecnologia se tornam fundamentais para o desenvolvimento econômico, para o aprimoramento das instituições democráticas e para o exercício pleno da cidadania.
Por isso, a criação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e sua continuidade ao longo das décadas representa a materialização do compromisso do Brasil com o futuro. Nestes 40 anos, o MCTI celebra um futuro em que a ciência e a tecnologia são mais do que um instrumento de progresso e soberania nacional e tecnológica: são um pilar fundamental para a construção de uma nação mais justa, democrática e próspera para todos.
Luciana Santos
Ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação - MCTI
Paulo Alvim
Marcos Pontes
Gilberto Kassab
Celso Pansera
Aldo Rebelo
Clélio Campolina Diniz
Aloizio Mercadante
Sérgio Rezende
Roberto Amaral
Luiz Carlos Bresser-Pereira
José Israel Vargas
José Goldemberg
Ex-ministros do MCTI
Fonte: Folha de São Paulo
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